quarta-feira, 23 de março de 2011

Benefícios da banana

A banana, como boa fonte de vitaminas e energia possui muitos benefícios para o nosso corpo e da ao atleta força para o treino por um determinado tempo, assim ajudando no ganho de massa muscular.

É uma boa fonte de potássio, tornando-se benéfica tanto para evitar câimbras no atleta como também ajuda em algumas patologias, como por exemplo, na hipertensão.

De acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro, a banana por ter grandes quantidades de potássio alivia as cãibras e, por isso, sua inclusão na alimentação dos esportistas e praticantes de atividade física é bem recomendada.

Uma banana média fornece por volta de um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio. Contendo cerca de 100 calorias, principalmente sob a forma de frutose e amido, sendo, portanto convertida em energia após sua ingestão.

A banana é indicada para consumo diário, pura, em vitaminas, em saladas de frutas, desidratada e em outras combinações.

Por Adeline Barreto Maciel

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Obesidade e excesso de peso na saúde corporal


No Brasil, pessoas acima do peso já atingem a marca de 80 milhões, número que dobrou em apenas 30 anos. Isso indica que um em cada sete brasileiros é obeso. Se nada mudar nos hábitos dos brasileiros, em alguns anos teremos uma população como à dos Estados Unidos onde a obesidade atinge um em cada três americanos.

Um dos primeiros problemas que surge com o excesso de peso é a diminuição da autoestima. O que pode levar a uma autodesvalorização, isolamento, entre outros problemas de origem psicológica, que podem prejudicar a vida social, sentimental e até profissional do indivíduo.

Outros problemas também podem ocorrer com grande freqüência. O excesso de peso, principalmente a gordura abdominal, causa doenças graves.

A obesidade ou mesmo o excesso de peso favorecem ao aumento do colesterol, triglicerídeos, glicemia, hipertensão, podendo provocar conseqüências ainda mais sérias, tais como, doenças cardíacas. O que favorecerá a ocorrência de infartos, derrames, etc.

Os problemas causados pelo excesso de peso são diversos e mostram que as pessoas que se acomodam a ele provavelmente serão cheios de sofrimentos e problemas de saúde. Para um futuro sem os sofrimentos e problemas relacionados ao excesso de peso, é fundamental ter a informação de como prevenir e combater esse mal.

Para manter um peso saudável, é preciso adotar uma estratégia que funcione em longo prazo. Muitas dietas de emagrecimento prometem resultados rápidos, mas não controlam o peso em longo prazo.

Desta forma o acompanhamento nutricional e a prática de exercício física estão totalmente ligados aos resultados positivos, podendo manter um controle do peso no que resultará em um controle na saúde do indivíduo.

Por: Adeline Barreto Maciel - Nutricionista

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Existe um consumo ideal de proteína?


A prática regular de atividade física e esportiva aumenta as necessidades proteicas de um indivíduo, porém isso não significa que a cada progressão/aumento desta atividade necessite de um aumento gradativo de proteína.

Sabe-se que a ingestão de proteína na alimentação ou na suplementação promove o anabolismo muscular, porém os músculos têm um limite biológico e quando atingem seu limiar tornam-se inoperantes. A absorção do excesso de proteína não ocorrerá, consequentemente não terá a eficácia desejada. A partir do momento que o limite de absorção proteica é atingido a eliminação do excedente acontece.

A proteína é um nutriente em potencial para o ganho de massa muscular, porém sem a combinação da proteína x carboidrato a eficácia não será a mesma, ou simplesmente não ocorrerá o resultado esperado.

O aspecto quantitativo de proteína representa uma das facetas para o ganho de massa muscular. É importante levar em conta os aspectos quantitativos. Porém também devem ser levados em consideração a qualidade destas proteínas, os horários de ingestão e o controle da alimentação, pois é o conjunto de procedimentos que promoverá a dimensão da sua eficácia.


Postado por Adeline Barreto Maciel (Nutricionista)

domingo, 15 de agosto de 2010

A importância da Reeducação Alimentar


O ganho de peso é uma das maiores preocupações atuais da população. Com isso, as dietas da moda estão cada vez mais presentes no mercado e conseqüentemente trazendo consigo prejuízos significativos na saúde das pessoas.

Uma dieta equilibrada é com certeza a chave para muitos problemas relacionados ao excesso de peso. Porém a chave deste equilíbrio está diretamente ligada a uma reeducação alimentar.

Todos os nutrientes são extremamente necessários para saúde de um indivíduo.

Os CARBOIDRATOS, tais com: pães, biscoitos, arroz, massas, etc. são alimentos fontes de energia e por isso devem sempre estar presentes na dieta de qualquer indivíduo, seja este com excesso de peso, com baixo peso e até obesos.

As PROTEÍNAS presentes em alimentos como, carne, leites e derivados, entre outros, são nutrientes construtores, ou seja, está diretamente envolvido na construção dos músculos.

E as GORDURAS, embora muitas vezes taxadas como vilãs, também devem estar presentes na dieta de qualquer indivíduo, visto que as mesmas são utilizadas como fontes e reservas de energia para o organismo.

O consumo descontrolado desses nutrientes juntamente com a ausência de atividade física, são os principais causadores do excesso de peso e da obesidade.

Tendo em vista todos esses fatores, uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física tornam-se imprescindíveis na saúde de qualquer ser humano, tanto para a prevenção de doenças como també para evitar ganho excessivo de peso.

Nutrição e Saúde por Adeline Maciel

domingo, 25 de julho de 2010

Os risco do uso de suplementos nutricionais

O uso de suplementos nutricionais entre atletas e praticantes de atividade física geralmente é mal compreendido.

Diversos estudos questionam o uso da suplementação nutricional no esporte. A incoerência no uso destes suplementos é alarmante, ou seja, os atletas e praticantes de atividade física usam suplementação indiscriminadamente sem orientação, e conseqüentemente sem noções quaisquer dos seus reais efeitos. Foi observado também que os não atletas consomem mais suplementos do que os atletas, acreditando nos mitos dos efeitos.

Nesse sentido, as recomendações para uso dos suplementos são mais comuns advindas de leigos e/ou profissionais não qualificados do que oriundas de nutricionistas e médicos.

É opinião predominante dos atletas sobre os suplementos que “se pouco é bom, então quanto mais, melhor''. Portanto, não é incomum o consumo de quantidades excessivas de vários suplementos. Para esses usuários, a ocorrência dos efeitos ergogênicos esperados do suplemento é pouco provável.

Existe uma definição que mostra quais os suplementos com propriedades de melhora para o desempenho atlético, em humanos, com bases científicas. Sendo de competência profissional das prescrições (nutricionistas e médicos).

Em muitos casos, a rotulagem dos suplementos não corresponde ao real conteúdo do produto. Alguns produtos de aparência inocente, segundo o rótulo, podem mostrar quantidades significativas de anabolizantes esteroides.

Alguns fabricantes podem ter controle de qualidade inadequado, em que a quantidade do ingrediente ativo pode não ser a real quantia referida. Os suplementos dietéticos não são padronizados, portanto, sem garantias da consistência do produto ou de sua pureza. Alguns suplementos já mostraram conter contaminantes ou níveis perigosos de ingredientes ativos, causando lesões ou morte.

É preocupante a insegurança, pelo desconhecimento dos efeitos colaterais da superdosagem.

É importante que os atletas e praticantes de atividade física estejam conscientes de suas metas nutricionais e de como eles podem escolher uma estratégia alimentar para atender a essas metas.

Desta forma, tornam-se indispensáveis orientações de profissionais qualificados. O uso indiscriminado de tais suplementos põe em risco a saúde e a vida dos seus usuários.

Fonte: Revista Nutrição em Pauta; artigo: Ergogênese Alimentar – Os Riscos Atrás dos Mitos por Adeline Maciel.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Obesos morrem oito anos mais cedo em média, diz estudo


Trabalho dinamarquês foi divulgado durante congresso na Suécia.
Pesquisa considera pessoas a partir de 20 anos de idade

Estudo divulgado em congresso internacional sobre obesidade em Estocolmo, na Suécia, afirma que obesos morrem, em média, oito anos antes em comparação com pessoas da mesma faixa etária sem distúrbios alimentares.

A pesquisa foi feita por uma equipe de dinamarqueses do Hospital Universitário de Copenhague, com 5.000 recrutas entre 20 e 80 anos. Dois mil deles eram obesos no início dos trabalhos. O estudo aponta que a tendência a engordar começa antes dos 20 anos.

A partir desse patamar, a probabilidade de desenvolver obesidade diminui, conforme aponta o estudo.
Segundo os cientistas, o risco de morte prematura aumenta 10% a cada unidade acima do patamar de 25 pontos do Índice de Massa Corporal (IMC), estabelecido como limite para peso normal.

O valor leva em conta a massa de um indivíduo em função da altura para determinar a taxa de gordura.


"Com 70 anos, 70% dos homens do grupo com massa normal e 50% das pessoas obesas da pesquisa estariam vivos e nós estimamos que, a partir da meia-idade, as pessoas acima do peso morreriam oito anos antes na comparação", explica Esther Zimmermann, médico e coordenador do estudo.
Mesmo sem considerar mulheres, os pesquisadores do Instituto de Medicina Preventiva do Hospital, setor responsável pelo trabalho, acreditam que os dados corroborem estudos anteriores com o gênero.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/07/jovens-obesos-morrem-oito-anos-mais-cedo-em-media-diz-estudo.html

terça-feira, 27 de abril de 2010

Um terço dos paulistas apresenta alto risto de doença cardiovascular



Pesquisa promovida pelo governo de São Paulo indica que 33,7% dos paulistas convivem com um alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Para piorar, 3 em 4 habitantes do estado apresentam no mínimo três fatores de risco cardiovascular, como obesidade, maus hábitos alimentares e sedentarismo.

Entre os homens, quase 43% têm alto risco. Entre as mulheres, 29%.

Quase 40% dos avaliados compõem o grupo de baixo risco, segundo a secretaria.

Os dados foram coletados durante um mutirão que avaliou 64,5 mil mulheres e 33 mil homens entre junho e julho do ano passado. A mobilização foi promovida pela Secretaria da Saúde e pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.


Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/04/um-terco-dos-paulistas-apresenta-alto-risto-de-doenca-cardiovascular.html